quinta-feira, 8 de abril de 2010

Quais as fronteiras entre a mídia e a história? Buscando responder a esta e outras perguntas, profissionais da comunicação e historiadores participam do II Ciclo de Debates sobre a História da Imprensa. O evento reúne nomes premiados do jornalismo piauiense e doutores em história com trabalhos voltados para comunicação.  O II Ciclo de Debates acontece no dia 22 de abril, às 8h, no Auditório de Músicas e Artes, localizado no Centro de Ciências da Educação (CCE-UFPI). O evento é voltado tanto para os acadêmicos de comunicação social quanto para os profissionais da área.  Os profissionais de história e jornalismo irão compartilhar suas experiências e debater as fronteiras existentes entre a mídia e a história. O premiado jornalista Marco Vilarinho, por exemplo, trará um pouco da sua experiência de 20 anos como profissional da área de comunicação na palestra "Jornalista e História: uma visão pessoal". Enquanto isso, a mestre em História Nilsângela Cardoso contará um pouco da importância rádio na sociedade piauiense na exposição "Invisíveis asas das ondas hertz: a história do rádio no Piauí". O historiador Fonseca Neto, por sua vez, fará uma explanação geral sobre história e mídia.  Os interessados em participar podem fazer suas inscrições na sala do Grupo de pesquisa em Comunicação, Economia Política e Diversidade, no CCE. A taxa da inscrição é de R$ 5,00. O número de vagas é limitado.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

"Inverno" tardio

e do alto lugar, fui vendo se aproximar, a tão esperada chuva. Todos encontrando, a terra seca lavando, e as emoções suscitando. Tardiamente chega, calmo, o 'inverno'.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

PENSE!

Mais Que Um Mero Poema

Parece estranho
Sinto o mundo girando ao contrário
Foi o amor que fugiu da sua casa
E tudo se perdeu no tempo
É triste e real
Eu vejo gente se enfrentando
Por um prato de comida
Água é saliva
Êxtase é alívio, traz o fim dos dias
E enquanto muitos dormem, outros se contorcem
É o frio que segue o rumo e com ele a sua sorte

Você não viu?
Quantas vezes já te alertaram
Que a Terra vai sair de cartaz
E com ela todos que atuaram?
E nada muda, é sempre tão igual
A vida segue a sina
Mães enterram filhos, filhos perdem amigos
Amigos matam primos
Jogam os corpos nas margens dos rios contaminados
Por gigantes barcos
Aquilo no retrato é sangue ou óleo negro?

Aqui jaz um coração que bateu na sua porta às 7 da manhã
Querendo sua atenção, pedindo a esmola de um simples amanhã
Faça uma criança, plante uma semente
Escreva um livro e que ele ensine algo de bom
A vida é mais que um belo poema
Ela é real

É pão e circo, veja
A cada dose destilada, um acidente que alcooliza o ambiente
Estraga qualquer face limpa
De balada em balada vale tudo
E as meninas
Das barrigas tiram os filhos, calam seus meninos
Selam seus destinos
São apenas mais duas histórias destruídas
Há tantas cores vivas caçando outras peles
Movimentando a grife

A moda agora é o humilhado engraxando seu sapato
Em qualquer caso é apenas mais um chato

Aqui jaz um coração que bateu na sua porta às 7 da manhã
Querendo sua atenção, pedindo a esmola de um simples amanhã
Faça uma criança, plante uma semente
Escreva um livro e que ele ensine algo de bom
A vida é mais que um belo poema
Ela é real

E ainda que a velha mania de sair pela tangente
Saia pela culatra
O que se faz aqui, ainda se paga aqui
Deus deu mais que ar, coração e lar
Deu livre arbítrio
E o que você faz?
E o que você faz?

Aqui jaz um coração

Guilherme de Sá - Rosa de Saron

sábado, 24 de janeiro de 2009

Eu perdi a minha identidade...

Mas não estou falando da cédula não.

Não me venha com uma de 'procure um analista' não.
Não me reconheço mais... "Meus" gostos não sei mais quais são. Crise de adolescência tardia???
Já falei: não venha com essa de psicólogo.
Que tipo de música gosto?
Que tipo de filme gosto?
O que quero fazer hoje a noite?

Não sei para as 3!

Nada me agrada. Quase nada. É melhor!

Se alguem achar, por favor me procure que recompenso.

E não venha, se for medido a analista!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

uma pessoa pode ser julgada pelo que ela veste?

Muitas vezes chegaram até mim, direta ou indiretamente, perguntando quanto eu ganhava, ou jogando na cara mesmo o quanto mal vestido eu estava.
Sempre argumentei que o descuido era opção, ou simples acomodação, por nunca ter tido motivos que me levassem à uma preocupação exagerada com vestuário. Ou ainda por falta (ou pena) de gastar dinheiro. (rsrs)

Afinal, mais uma vez me indagaram sobre o tema, e fiquei encabulado. Será que me julgam pelo que visto? Que as pessoas criam imagens a partir do que vêem, isso eu sei; mas será que isso influencia tanto?

Tenho observado que algumas pessoas que conheço vivem em função disso. E não são apenas mulheres, ou adolescentes. E isso se evidencia na preocupação de mostrar uma boa imagem nos sites de relacionamento, mensagens instantâneas, etc. Cá comigo, porque ninguem dá mais tanta importancia à valores morais? Acho que foi por isso, Renan Marques, que você sempre ficou meio que... de escanteio: afinal, sempre fui muito quieto, calado, tímido. Nunca tive essas preocupações com imagem. Acho que eu estou no tempo errado. Pelo menos assim é que eu me sinto.

E nessas divagações, que parecem sem sentido, tenho uma vontade que parece nata de... não mudar; de relutar e perseverar. Porque o meu valor não está no que visto, nem no que pareço. Mas no que realmente sou. Isso me intriga.

Devemos dar valor ao que realmente é importante.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Para quem gosta

Um pouco da história da web.
Sei que não tem haver - diretamente - com comunicação propriamente dita, mas na minha busca por outros documentários, perdi um tempinho observando este.

http://video.discoverybrasil.com/services/link/bcpid1417402673/bctid1753200785